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Perguntas + freqüentes

Existe hoje, uma proposta de inovação do aprendizado através de temas ligados ao cotidiano e as inovações tecnológicas, mas como dar conta desta nova proposta e ao mesmo tempo manter os conteúdos?

Alguns professores consideram capítulos pouco tradicionais como : Brincando com números (5a), Compondo e decompondo figuras (5a), Conexões matemáticas (6a), Representação de sólidos (7a), Simetrias (7a), Probabilidades na 7a, Argumentação da 8ª série, A matemática do taxista (8a) como candidatos a capítulos opcionais, ou preferem que sejam trabalhados só após terem desenvolvidos outros capítulos mais clássicos. Respeito estas decisões quando são fruto de reflexão, entretanto chamo a atenção de que muitos destes capítulos são mais IMPORTANTES do que parecem, quer seja porque são parte dos currículo oficial (ver PCNs) como é o caso de simetrias e probabilidades, ou são fundamentais para desenvolver o pensamento matemático dos alunos como é o caso de "A arte de argumentar" (8ª) ou porque são capítulos instigantes demais (Brincando com os números e outros), que contribuem para despertar o interesse e a curiosidade dos alunos.


Outras Perguntas:
Como agir com os pais que muitas vezes não estão acostumados com a abordagem diferenciada do livro?
E se um aluno mudar de escola, ele vai ter dificuldade de adaptação ?
Como os alunos deveriam usar o livro ?
Quando adotamos o livro devemos seguir a ordem dos capítulos, é recomendável ou não?
No planejamento das aulas, devemos dar aulas de todos os conteúdos?
O que faz um tema ser considerado fundamental no planejamento anual ou opcional ?
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